quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Cafuné...

Bem devagarinho... só um pouquinho...

"Posso estar só,
mas sou de todo mundo
Por eu ser só um...

Ah, nem! Ah, não! Ah, nem dá!

aaah solidão, foge que eu te encontro...

Que eu já tenho asa...
e isso lá é bom? doce solidão?
"


ah, doce solidão...

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Um ano

Não curto muito essa coisa de celebrar datas, mas fato é que o acíclico completa um ano hoje.

Com esse, são 157 posts distribuídos em um ano bissexto, o que dá uma média de 0,42896175 posts por dia. Que beleza. Quanta coisa...

Outro dia mesmo, li que 90% dos blogs não completam 1 ano de vida.

Não me surpreendi mas né... mais uma vez tô aqui, pertencendo à minoria. É a realidade ;]

Se foi bom o último ano? Foi.

E o próximo?

aaah, EU QUERO!

PEACE, LOVE AND HAPPINESS

Só isso.

Agora, apago a velinha e encerro por aqui;

Até amanhã. Ou até daqui a pouco. Ou até nunca mais.

;@





de ontem e hoje:
i don't blame you - cat power

They never owned it,
and you never owed it to them anyway...
I don't blame you...

domingo, 5 de outubro de 2008

Boca de Urna

Taí mais um dia daqueles únicos no ano. Mas peraí, tu não sabe que dia é hoje? É dia de eleições, cara pálida. Chegou aquele dia em que todos cumprem o seu dever cívico de ir ao seu colégio eleitoral escolher o candidato que irá representá-lo na câmara e na prefeitura nos próximos quatro anos.

Não é um domingo qualquer, o clima é diferente. Se vê mais pessoas nas ruas, o passe é livre e há um clima de apreensão no ar. Sim, porque TODOS só falam nisso. Se não cometem a indiscrição mór de te perguntar em quem tu votou, no mínimo perguntam se tu já foi votar.

Então, o que acontece em dias como hoje? Todas as pessoas com um mínimo de neurônios saem de suas casas com seus candidatos escolhidos (ou não), e se dirigem às suas zonas eleitorais, visto que o voto é obrigatório em nosso país. Chega a ser patético. Fico imaginando centenas de bonequinhos saindo de casa com o único intuito de ir até uma urna eletrônica votar.

Pior que isso, é reconhecer que inúmeras pessoas não escolheram seus candidatos por alguma ideologia. Milhares, milhões de pessoas escolheram seu candidato por motivos como:

_ Benefício com a vitória de A, B ou C;
_ Candidato que apertou sua mão;
_ Escolha do partido;
_ Candidato(a) mais bonito(a);
_ Influência dos pais, amigos, padres, pastores, etc;
_ Candidato na frente nas pesquisas;
_ Escolha do menos pior.

É triste. A convicção em determinada pessoa ou determinado modo de pensar passa longe.

Talvez seja por isso que toda vez que vejo cartazes de um determinado candidato na fachada de uma casa, eu fico achando que ali é a casa da criatura. Sim, porque chegar ao ponto de levantar a bandeira de alguém assim, perante toda a sociedade, só se for muito próximo mesmo. Sinceramente, acho que não colaria nem um adesivo de mim mesmo na minha janela. Tu vê.

A grande maioria é do tipo que só levanta a bandeira se for pra ganhar algum benefício em troca. Esse é o ser humano, indivíduo que vive para saciar seus desejos. Mas claro que também sempre tem os campeões, que não ganham nada com isso, mas que mesmo assim saem levantando bandeira e distribuindo santinho. Mas aí já são os que eu não entendo mesmo.

Fato é que hoje dei a volta nessa quadra em que moro e me dirigi ao meu colégio eleitoral – e colégio de toda a vida – para participar do pleito. Grande coisa.

sábado, 4 de outubro de 2008

De ontem

Sexta-feira, antevéspera de eleições municipais, 09:15am, caminhando, Avenida central, sentido centro-bairro, fones de ouvido, uma moça com uma prancheta na mão me aborda:
_Oi!

Eu páro, retiro os fones.
_Oi :)

Ela toma a iniciativa:
_Sou do Datafolha e tô fazendo uma pesquisa, posso te fazer umas perguntas?

O QUÊ?????? Fiquei estupefato, car&%$#, pela primeira vez na vida ia responder a uma pesquisa de opinião desse porte, dessas que publicam em jornal de grande circulação. Elas existem!!! *_*

Aí que eu, me fazendo um pouco:
_Claro, mas é rápido?

A essa altura, eu já tava achando um máximo aquilo.

_Sim, é rapidinho... Tu vota em nessa cidade?
_Voto.
_Quantos anos tu tem?
_Vinte e um.
_Ah, mas eu precisava entre 16 e 17... obrigada.

Tive que rir.

Ganhei meu dia :D

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Milhas e milhas


de: Y tu Mamá también


La vida tiene sus maneras de enseñarnos. La vida tiene sus maneras de confundirnos. La vida tiene sus maneras de cambiarnos. La vida tiene sus maneras de asombrarnos. La vida tiene sus maneras de herirnos. La vida tiene sus maneras de curarnos. La vida tiene sus maneras de inspirarnos...


Ontem eu vou, hoje eu fui, amanhã eu ia.

Próximo destino: Katmandu (de carro, com eles).




de hoje: nada vem de graça. nem o pão nem a cachaça
quero ser caçador, tô cansado de ser caça...

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Inativo solteiro procura

(peraí, procuro?)

Impossível escrever alguma coisa quase-que-diariamente e não contextualizar a situação. Fato é que tô "desempregado" e essa vida, de fazer nada além de estudar um pouco, já encheu o saco há muito tempo. Já tem até classificação no DIEESE a respeito daqueles que não trabalham e não procuram emprego: inativos.

Claro que, mais cedo ou mais tarde, vai chegar a hora de deixar essa vida de dependente e começar a fazer alguma coisa que preste. Já me recomendaram aproveitar essa fase aqui e tenho feito o que posso. Juro.

Verdade é que levo quase tudo a sério, talvez até demais mesmo (dramaking now). Então, isso me faz pensar que, se não for um pouco "vagabundo" agora, não vai ser aos quarenta-e-dois que vou ser, . Não adianta. Vejo o mercado de trabalho como um vício daqueles que, se a pessoa entra, não sai nunca mais. Daqueles que criam uma crise de abstinência se tu estiver fora dele... isso me assusta, confesso. Mas tudo tem seu tempo. E assim a gente vai levando.

Já essa história de solteirice, também faz parte. Não que queria, assim, casar depois de amanhã. Também não acho que tenha a estrutura necessária pra assumir algum tipo de relação mais séria, daquelas de apresentar pra família em almoço de domingo. Talvez não tenha encontrado a pessoa certa que mereça ser apresentada, mas né. Não quer dizer que eu não queira...

Também já me disseram que a gente não encontra a pessoa certa em festa. Não sei se concordo (sempre tem gente que tem sorte), mas de uma coisa tenho certeza: não vai ser na Engenharia que vou encontrar. Isso complica tudo e, sinceramente, não sei o que fazer. Porque andar distraído por aí também não tem resolvido.

Tô pensando em me plantar ali na esquina daquele parque próximo ao shopping, na expectativa de que alguém se interesse e me proponha um programa. Aham. Afinal, não acho que eu seja de se jogar fora haha

;@

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Diferente

Pois é, não sou igual aos outros.

E isso, às vezes, faz me sentir tão esquisito...

;~