Sabe aquele ali tentando abraçar o mundo com os olhos fechados?
Sou eu tentando disfarçar o coração apertado; o nó na garganta; os olhos de cansaço.
terça-feira, 19 de novembro de 2013
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Na volta que o mundo dá
Com o tempo, foi dando uma coisa em meu peito, um aperto difícil da gente explicar...
Sabe, um dia hei de encontrar as palavras que expressam minha gratidão por essas músicas que nos tocam e nos consolam devagarinho. Mas enfim, enquanto esse dia não chega, fico por aqui cantarolando com a Mônica: saudade, não sei bem de quê... tristeza, não sei bem por que...
Tá vendo ali no ar? Sou eu...
Sabe, um dia hei de encontrar as palavras que expressam minha gratidão por essas músicas que nos tocam e nos consolam devagarinho. Mas enfim, enquanto esse dia não chega, fico por aqui cantarolando com a Mônica: saudade, não sei bem de quê... tristeza, não sei bem por que...
Tá vendo ali no ar? Sou eu...
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Sempre ela
Tem épocas da vida que são mais difíceis do que outras. Sei, meio clichê dizer isso, mas acho que a vida é assim (e também cheia de obviedades e imprevistos). No final fico achando que, no fundo, mas bem lá no fundo, a gente sabe das coisas. Até mesmo desses imprevistos. Tudo isso porque esses tais imprevistos, mesmo que eles sejam apenas hipóteses na nossa cabeça, ou no nosso viver, eles existem, não é? E é isso que me leva a pensar que eles não são tão imprevistos assim. E aqui me ocorreu Estamira: "Tudo o que é imaginário tem, existe, é".
Digo essas coisas porque os fatos não acontecem por si só. Eles vão se formando, se organizando, se estruturando até o momento em que, bum, explodem e nos tocam de uma forma ou de outra. E aí é um Deus nos acuda, um corre-corre, um salve-se quem puder. Tudo porque não estamos preparados pra viver o que a gente vive. A vida não vem com cartilha e, por mais que a gente crie um escudo, e se prepare para toda e qualquer situação, é impossível não sentir quando vivemos aquilo que não gostaríamos de viver.
Agora, recolhendo os cacos, observando as partes, desviando das interferências e pensando os próximos capítulos, vejo o quanto já errei, o quanto já me enganei e também o quanto já me precipitei. É triste, um tanto melancólico, mas fica o aprendizado. Sinto o amadurecimento, me sinto humano.
Digo essas coisas porque os fatos não acontecem por si só. Eles vão se formando, se organizando, se estruturando até o momento em que, bum, explodem e nos tocam de uma forma ou de outra. E aí é um Deus nos acuda, um corre-corre, um salve-se quem puder. Tudo porque não estamos preparados pra viver o que a gente vive. A vida não vem com cartilha e, por mais que a gente crie um escudo, e se prepare para toda e qualquer situação, é impossível não sentir quando vivemos aquilo que não gostaríamos de viver.
Agora, recolhendo os cacos, observando as partes, desviando das interferências e pensando os próximos capítulos, vejo o quanto já errei, o quanto já me enganei e também o quanto já me precipitei. É triste, um tanto melancólico, mas fica o aprendizado. Sinto o amadurecimento, me sinto humano.
domingo, 20 de outubro de 2013
Lua em Gêmeos
Tenho uma coisa dentro de mim, um sentimento que mistura pertencimento e exclusão. E esse sentimento é bom, e também ruim. Bom porque me deixa à vontade pra circular em qualquer lugar, entre qualquer gente, entre qualquer sintonia. Ruim porque, volta e meia, me deixa como um peixe fora d'água, como um ser que procura umidade e só encontra mangue seco.
Sei, isso que digo todo mundo deve sentir de vez em quando. O que me parece, no entanto, é que a minha versatilidade deixa as pessoas confusas, com dificuldade de me enquadrar em algum estereótipo pré-concebido. Afinal, que guri é esse? Que faz mestrado em Engenharia e que também faz graduação em Biblioteconomia? Que é quieto e que também é falante? Que faz mil coisas e que também parece não fazer nada? Que é lento e que também é rápido? Que gosta do dia e que também gosta da rotina dos bares? Que se aventura e que também tem medos? Que gosta da simplicidade e que também gosta da elegância? Que tem posicionamentos e que também não deixa bem claro a preferência política, sexual, religiosa?
Curioso é que também não sei dizer o que me fez ou faz assim. Sei, no entanto, reconhecer que talvez essas incógnitas sejam aquilo que me faz querer viver, aprender e experimentar mais. Pra fazer a vida mais feliz, completa, serena, tranquila.
Sei, isso que digo todo mundo deve sentir de vez em quando. O que me parece, no entanto, é que a minha versatilidade deixa as pessoas confusas, com dificuldade de me enquadrar em algum estereótipo pré-concebido. Afinal, que guri é esse? Que faz mestrado em Engenharia e que também faz graduação em Biblioteconomia? Que é quieto e que também é falante? Que faz mil coisas e que também parece não fazer nada? Que é lento e que também é rápido? Que gosta do dia e que também gosta da rotina dos bares? Que se aventura e que também tem medos? Que gosta da simplicidade e que também gosta da elegância? Que tem posicionamentos e que também não deixa bem claro a preferência política, sexual, religiosa?
Curioso é que também não sei dizer o que me fez ou faz assim. Sei, no entanto, reconhecer que talvez essas incógnitas sejam aquilo que me faz querer viver, aprender e experimentar mais. Pra fazer a vida mais feliz, completa, serena, tranquila.
domingo, 6 de outubro de 2013
agora eu era (e ia)
e vou. e sou. um emaranhado de pensamentos, um vazio qualquer. sem saber o que dizer, ou fazer.
vê? tô bem aqui, sim.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Delicadezas
"E desde então, sou porque tu és
E desde então és
sou e somos...
E por amor
Serei... Serás... Seremos..."
[Pablo Neruda]
Lindo, né?
E desde então és
sou e somos...
E por amor
Serei... Serás... Seremos..."
[Pablo Neruda]
Lindo, né?
sábado, 14 de setembro de 2013
Todas as boas palavras estão pálidas de exaustão
Não gosto de ficar reclamando da vida. Isso porque, de fato, acho que tive muita sorte em muitos aspectos. Assim, a cada vez que penso na minha falta de fortuna ou nas desgraças que me acontecem, fico pensando também no tudo aquilo que tive e tenho sem nem muito desejar ou me esforçar. Não que isso resolva, mas, sim, ameniza.
O fato é que, mesmo com essa mania de minimizar os fatos, tenho andado cansado de muita coisa. E isso é horrível, pois me leva a uma sensação de burrice, fraqueza e desilusão. Volta e meia, me pergunto: de que vale tratar bem a quem não te trata? De que vale se preocupar com quem não se preocupa contigo? De que vale querer a quem não te quer? De que vale amar a quem não te ama?
Sei, é doloroso pensar assim. Também sempre digo que as pessoas dão às outras apenas aquilo que elas conseguem. Não por opção, mas devido a seu próprio jeito de ser, suas histórias, seus traumas, suas dores, seus amores. No fim, não há escolha. Acredito que a saída seja encontrar um jeito de conviver com os outros (e consigo) de uma forma que todos fiquem bem.
Mas e quando pessoas próximas a ti não conseguem isso? Tem como não sentir? Não sofrer? Esquecer?
Qual foi a pior coisa que já te disseram?
O fato é que, mesmo com essa mania de minimizar os fatos, tenho andado cansado de muita coisa. E isso é horrível, pois me leva a uma sensação de burrice, fraqueza e desilusão. Volta e meia, me pergunto: de que vale tratar bem a quem não te trata? De que vale se preocupar com quem não se preocupa contigo? De que vale querer a quem não te quer? De que vale amar a quem não te ama?
Sei, é doloroso pensar assim. Também sempre digo que as pessoas dão às outras apenas aquilo que elas conseguem. Não por opção, mas devido a seu próprio jeito de ser, suas histórias, seus traumas, suas dores, seus amores. No fim, não há escolha. Acredito que a saída seja encontrar um jeito de conviver com os outros (e consigo) de uma forma que todos fiquem bem.
Mas e quando pessoas próximas a ti não conseguem isso? Tem como não sentir? Não sofrer? Esquecer?
Qual foi a pior coisa que já te disseram?
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