quarta-feira, 12 de novembro de 2008
(des) encontro
Me fitava de uma maneira diferente. Eu retribuía. Era como se a música parasse e só nós continuássemos ali. Deu um sorriso. Sem jeito, retribuí. Fugi o olhar, não queria demonstrar, mas já estava entregue. Olhei o chão, olhei o relógio, pensei, olhei de novo. Não estava certo. Será? Fui atrás. E me perdi.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Troubled waters
De cabeça baixa. E chutando todas as pedrinhas que aparecem no chão...
Não se pode ter um dia feliz, porque o dia seguinte é sempre péssimo.
Não se pode ter um dia feliz, porque o dia seguinte é sempre péssimo.
domingo, 9 de novembro de 2008
Três
Aí que estive pensando em algumas coisas nessas últimas horas. Antes de dormir e depois de acordar, principalmente. E fazendo um balanço, conclui que disse não a todas aquelas pessoas que algum dia demonstraram algum tipo de interesse.
Por que isso? Talvez porque tenha me acostumado a estar do outro lado. Justamente do lado do desejo, do querer, do sonhar. Tenho dificuldades de entender como pode alguém estar a fim de alguém como eu. Um tipo tão normalzinho e sem sal.
É contraditório? É, visto que sempre disse que a única coisa que precisava era alguém que demonstrasse algum tipo de sentimento. Sempre disse que poderia me adaptar a qualquer circunstância. Sempre disse que me adaptaria a alguém que merecesse.
Talvez tenha presenciado e ouvido muitos casos de gente que amou e se quebrou. É, deve ser isso. Sou medroso. A culpa é do medo. É - pode me dizer - é medo de amar n° 3.
Um dia eu aprendo.
de hoje, de novo:
três
eu quero tudo que há
o mundo e seu amor
não quero ter que optar
quero poder partir
quero poder ficar
poder fantasiar
sem nexo e em qualquer lugar
com seu sexo junto ao mar..
aham. na casinha do salva-vidas.
Por que isso? Talvez porque tenha me acostumado a estar do outro lado. Justamente do lado do desejo, do querer, do sonhar. Tenho dificuldades de entender como pode alguém estar a fim de alguém como eu. Um tipo tão normalzinho e sem sal.
É contraditório? É, visto que sempre disse que a única coisa que precisava era alguém que demonstrasse algum tipo de sentimento. Sempre disse que poderia me adaptar a qualquer circunstância. Sempre disse que me adaptaria a alguém que merecesse.
Talvez tenha presenciado e ouvido muitos casos de gente que amou e se quebrou. É, deve ser isso. Sou medroso. A culpa é do medo. É - pode me dizer - é medo de amar n° 3.
Um dia eu aprendo.
de hoje, de novo:
três
eu quero tudo que há
o mundo e seu amor
não quero ter que optar
quero poder partir
quero poder ficar
poder fantasiar
sem nexo e em qualquer lugar
com seu sexo junto ao mar..
aham. na casinha do salva-vidas.
sábado, 8 de novembro de 2008
Não entendo
duas coisas:
1. como pode alguém querer a solidão? Mal sabe quão triste é a solidão...
2. como consigo disperdiçar as melhores oportunidades que aparecem? Incrível, incrível, incrível. Nessas horas que percebo como sou burro. E tosco.
1. como pode alguém querer a solidão? Mal sabe quão triste é a solidão...
2. como consigo disperdiçar as melhores oportunidades que aparecem? Incrível, incrível, incrível. Nessas horas que percebo como sou burro. E tosco.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Faz-me rir
De umas das paredes daqui:
Victor
Nombre de origen: latino
Significa: vencedor, conquistador (EU????????)
Los llamados Victor son tenaces y obstinados, pero todo lo hacen con un gran equilibrio. (OI?)
Do orkut, de um outro dia:
Você e sua(seu) companheira(companheiro) serão felizes juntos.
HAHAHAHA
COMO ASSIM? QUEM?
Victor
Nombre de origen: latino
Significa: vencedor, conquistador (EU????????)
Los llamados Victor son tenaces y obstinados, pero todo lo hacen con un gran equilibrio. (OI?)
Do orkut, de um outro dia:
Você e sua(seu) companheira(companheiro) serão felizes juntos.
HAHAHAHA
COMO ASSIM? QUEM?
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Quando sol vira pião
Aí que esse último post me lembrou de umas histórias.
Ele teve o título de: sol. E não "SÓL". Pois é. Mas foi isso que um professor de uma Universidade Federal de nosso país escreveu num quadro negro desses, numa aula que tive, há uns dois anos atrás.
Pior talvez, tenha acontecido no semestre seguinte, em que um outro professor conseguiu a proeza de escrever "CUANDO". Assim mesmo, com cê em vez de quê.
Detalhe: os dois professores são brasileiros. Não há desculpas. São alfabetizados, com curso superior, mestres, exemplos pra uma infinidade de alunos.
Claro que nos dois casos ficou aquela situação constrangedora, com uma leve inquietação dos alunos. Mas nada foi dito.
Agora, a última aconteceu essa semana. Estávamos em grupo, debatendo com a professora. Aí que eu escrevi "pião" em minhas anotações. E larguei a lapiseira. E ela, de prontidão, numa rapidez inexplicável, pegou e corrigiu. Escreveu um E em cima do meu I.
Pois é. Acontece que nós não estávamos falando desses caras que participam dos rodeios de Barretos. E eu sabia que tava certo. Eu percebi que ela não sabia que pião se escreve com I. Também não falei nada. Deixei passar. Deixei de ensinar alguma coisa pra alguém. Deixei ela achando que pião se escreve com E. Deixei ela pensando que não sei escrever isso.
No final das contas, ninguém é obrigado a saber tudo. Ninguém sabe tudo. Já devo ter escrito zilhões de coisas erradas também.
Mas uma coisa é certa: deve-se ter cuidado na hora de corrigir os outros. Pode ser que eles estejam certos ;)
d'oooje de manhã, depois de abrir os olhos:
"last thing i remember, i was running for the door
i had to find the passage back, to the place i was before..."
Ele teve o título de: sol. E não "SÓL". Pois é. Mas foi isso que um professor de uma Universidade Federal de nosso país escreveu num quadro negro desses, numa aula que tive, há uns dois anos atrás.
Pior talvez, tenha acontecido no semestre seguinte, em que um outro professor conseguiu a proeza de escrever "CUANDO". Assim mesmo, com cê em vez de quê.
Detalhe: os dois professores são brasileiros. Não há desculpas. São alfabetizados, com curso superior, mestres, exemplos pra uma infinidade de alunos.
Claro que nos dois casos ficou aquela situação constrangedora, com uma leve inquietação dos alunos. Mas nada foi dito.
Agora, a última aconteceu essa semana. Estávamos em grupo, debatendo com a professora. Aí que eu escrevi "pião" em minhas anotações. E larguei a lapiseira. E ela, de prontidão, numa rapidez inexplicável, pegou e corrigiu. Escreveu um E em cima do meu I.
Pois é. Acontece que nós não estávamos falando desses caras que participam dos rodeios de Barretos. E eu sabia que tava certo. Eu percebi que ela não sabia que pião se escreve com I. Também não falei nada. Deixei passar. Deixei de ensinar alguma coisa pra alguém. Deixei ela achando que pião se escreve com E. Deixei ela pensando que não sei escrever isso.
No final das contas, ninguém é obrigado a saber tudo. Ninguém sabe tudo. Já devo ter escrito zilhões de coisas erradas também.
Mas uma coisa é certa: deve-se ter cuidado na hora de corrigir os outros. Pode ser que eles estejam certos ;)
d'oooje de manhã, depois de abrir os olhos:
"last thing i remember, i was running for the door
i had to find the passage back, to the place i was before..."
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Sooool
Bom encontrar pessoas queridas na rua assim, por acaso. Bom se sentir querido. Bom saber que ainda existem pessoas legais no mundo. Bom, bom, bombom. Sonho de valsa.
Até o sol voltou. Só falta passar essa dor de cabeça agora.
assim, i feel i'm knockin' on heaven's door,
knock, knock, knockin' on heaven's door.
Até o sol voltou. Só falta passar essa dor de cabeça agora.
assim, i feel i'm knockin' on heaven's door,
knock, knock, knockin' on heaven's door.
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