(Dos prazeres, das canções) Chuva, jazz na caixa de som, luz baixa, vinho na taça. Me parece que só falta uma vela por aqui. Pra dançar de olhos fechados... E sentir o corpo. Falando nisso, taí uma palavra que me encanta: corpo. Gosto mesmo. Cor-po. Não soa bonito?
Parece que pulsa.
sábado, 14 de abril de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
Balanço da minha terra
Pátria é uma coisa que não sai da gente, né? Diria Mário de Andrade: "Pátria é acaso de migrações e do pão nosso onde Deus der...". Pois é exatamente isso que tenho sentido: como se existisse uma pátria que não sai de mim. Mas, sobretudo, o que sinto hoje é que sou um estrangeiro em uma terra desconhecida, mas também desejada.
Seja como for, é essa terra que escolhi. Pois é aqui que creio ser possível construir a minha morada e, em conjunto a isso, alcançar os meus sonhos. Talvez possa parecer banal, mas é aqui que espero cultivar o que acredito, para ver florescer o que de mais belo existe.
Não tenha dúvidas: hei de regar cada canto pra que nunca chegue a amargura de um terra seca e sem vida. Hei de contribuir com meu suor pra que meu lugar esteja sempre protegido dessas ventanias que acontecem e nos fazem crer que a vida não é justa. Hei também de esfriar os ânimos a cada vez que achar que não irei suportar o calor de uma vida sem tempo. Sobretudo, aqui hei de derramar toda lágrima que existir ao saber que não vou mais ver os seus doces olhos repletos de emoção.
Seja como for, é essa terra que escolhi. Pois é aqui que creio ser possível construir a minha morada e, em conjunto a isso, alcançar os meus sonhos. Talvez possa parecer banal, mas é aqui que espero cultivar o que acredito, para ver florescer o que de mais belo existe.
Não tenha dúvidas: hei de regar cada canto pra que nunca chegue a amargura de um terra seca e sem vida. Hei de contribuir com meu suor pra que meu lugar esteja sempre protegido dessas ventanias que acontecem e nos fazem crer que a vida não é justa. Hei também de esfriar os ânimos a cada vez que achar que não irei suportar o calor de uma vida sem tempo. Sobretudo, aqui hei de derramar toda lágrima que existir ao saber que não vou mais ver os seus doces olhos repletos de emoção.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Quando me faltam as palavras
Dá vontade de transplantar meu coração para o teu corpo, pra ver se você entende o que sinto
sábado, 31 de março de 2012
Atividade de aula: apresentação pessoal
Posso dizer que há duas características que não me escapam: sou porto-alegrense e um grande apaixonado pela boa música desse nosso Brasil branco, preto, mulato e lindo como a pele macia de Oxum. Mas como isso ainda me parece insuficiente para me apresentar, devo confessar que me considero um admirador das coisas belas da vida, e em especial dos dias de céu azul. Além disso, posso dizer que me considero um guri de muita sorte por ter tido a oportunidade de conhecer lugares e pessoas incríveis – e que vivo para agradecer a todos os santos, deuses e orixás por cada golpe de sorte que me conduziu a sentimentos únicos e a sensações inesquecíveis. Fora o que já coloquei, acredito que “a vida não é só isso que se vê, é um pouco mais”, e que a graça de tudo é justamente viver para ver o que acontece...
domingo, 26 de fevereiro de 2012
viajando nas coisas?
Tava pensando esses dias que, pra mim, uma das coisas mais certas que existem é justamente a incerteza e a imprevisibilidade das coisas - e aqui leia-se pessoas et situações.
Tudo isso porque uma coisa só é uma coisa a partir o momento que ela já ocorreu, não é? Antes disso ela é um pode ser, um talvez, uma chance, uma possibilidade, um se, um quiçá...
No fim fico achando que, se a gente assumir isso, diminuem consideravelmente as chances de nos desiludirmos com algo ou alguém. Fico achando que também diminuem sensivelmente as chances de julgarmos erroneamente alguma pessoa ou situação.
E assim, a partir da ausência de achismos e pré-conceitos, é que nos abrimos pro novo, pro que vier. E aí a graça é viver pra ver o que realmente acontece...
Tudo isso porque uma coisa só é uma coisa a partir o momento que ela já ocorreu, não é? Antes disso ela é um pode ser, um talvez, uma chance, uma possibilidade, um se, um quiçá...
No fim fico achando que, se a gente assumir isso, diminuem consideravelmente as chances de nos desiludirmos com algo ou alguém. Fico achando que também diminuem sensivelmente as chances de julgarmos erroneamente alguma pessoa ou situação.
E assim, a partir da ausência de achismos e pré-conceitos, é que nos abrimos pro novo, pro que vier. E aí a graça é viver pra ver o que realmente acontece...
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