Meu ano é sempre duplo, não adianta. Passa um semestre, puft, foi-se um ano. Com direito a início, meio e fim, messmo. Pois bem, agora que já começou o dito dois-mil-e-dez-sem-stress, finalmente posso dizer que sim, o segundo semestre de dois mil e nove foi o melhor dos últimos anos.
Por inúmeros motivos. Não só pelos lugares que conheci, não só pelas coisas que vivi, não só por ter atingido meus objetivos acadêmicos, mas também por todas as vezes que fiquei sem palavras, por todas as vezes que meus olhos falaram por mim e também por todas as vezes em que me senti querido por pessoas queridas e sortudo por ter experimentado tantas sensações que nunca imaginei sentir.
Veja bem, até promoção de rádio eu ganhei. Sabe o que é tu tá meio triste no teu canto, enviar despretenciosamente uma frase - pelo celular - e ganhar um prêmio de, sei lá, 1500 reais numa tarde chuvosa de Setembro? Pois até isso eu senti. Coração aos pulos. Será que eu mereço tanto?
Pra completar teve a Ingrid e o Rafa que fizeram a diferença no meu ano e me fizeram entender um pouco mais sobre a vida, sobre amizade e sobre o amor. Ah, o amor... E foi assim que ganharam meus sentimentos, meu carinho, minha adoração e um lugar aqui na listinha dos meus mais queridos.
Coincidência ou não, foram os dois - e só os dois - que viram lágrimas minhas nesse tempo todo. Talvez isso diga tudo.
Uma pena que não tenha virado o ano com nenhum deles, pra dar meu abraço mais forte e dizer o quanto cada um foi importante pra que meu ano tenha sido tão melhor. Uma pena.
E por aqui eu fico. No meu emaranhado de lágrimas, sentimentos e sonhos. Que em 2010 eu continue com a mesma sorte de encontrar flores tão lindas pelo meu caminho ;)
sábado, 9 de janeiro de 2010
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Tocando em Frente
Coisa doida que é viver. Essa mistura incompreensível de sentimentos e sensações que nos confunde e nos leva a tropeçar em nós mesmos cada vez que tentamos dar um passo a frente, é o que nos preenche todos os dias, mesmo sem querermos, mesmo sem entendermos. É estranho.
Fato que a ansiedade de saber o que vem por aí, com o peso daquilo que tá aqui, acumulado nas costas, é que me deixa pensando em tudo o que pode vir a acontecer em 2010. Por mais inútil que possa parecer fazer isso, visto que sempre aquilo que acontece é diferente daquilo que planejamos, é normalmente assim que encerro o ano. Tocando em frente.
Como uma boiada, mesmo. Seguindo meu caminho, minha trilha, construindo a minha história. Mesmo sem muito saber aonde vai dar, é assim que eu sigo. Com os pés no chão, a cabeça na lua e o coração... na mão.
Como diz a música lá, "ando devagar porque já tive pressa, levo esse sorriso porque já chorei demais, hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe; só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei..."
Fato que a ansiedade de saber o que vem por aí, com o peso daquilo que tá aqui, acumulado nas costas, é que me deixa pensando em tudo o que pode vir a acontecer em 2010. Por mais inútil que possa parecer fazer isso, visto que sempre aquilo que acontece é diferente daquilo que planejamos, é normalmente assim que encerro o ano. Tocando em frente.
Como uma boiada, mesmo. Seguindo meu caminho, minha trilha, construindo a minha história. Mesmo sem muito saber aonde vai dar, é assim que eu sigo. Com os pés no chão, a cabeça na lua e o coração... na mão.
Como diz a música lá, "ando devagar porque já tive pressa, levo esse sorriso porque já chorei demais, hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe; só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei..."
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Fora de órbita
Sabe, às vezes dou uma relida nos posts antigos. Como curiosidade mesmo, pra ver como eu escrevia e sobre o que eu escrevia. Não sei nem se deveria fazer isso, porque né, não é algo que acrescente muito. Mas fato é que não vejo muita coisa diferente de hoje em dia.
Vejo sim, uma certa evolução (e é exatamente por isso que não apago nenhum deles), mas não vejo mais exposição, nem menos. Vejo umas bobagens, mas nem me importo com elas. E é bem assim que eu tô hoje. Podem estar acontecendo milhões de coisas ao meu redor, que nem tô. Pode tá um calorão, um trânsito impossível, o shopping lotado. Nem tô.
Simplesmente assim.
Vejo sim, uma certa evolução (e é exatamente por isso que não apago nenhum deles), mas não vejo mais exposição, nem menos. Vejo umas bobagens, mas nem me importo com elas. E é bem assim que eu tô hoje. Podem estar acontecendo milhões de coisas ao meu redor, que nem tô. Pode tá um calorão, um trânsito impossível, o shopping lotado. Nem tô.
Simplesmente assim.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Pinheiro de Natal
Se fosse uma música, hoje seria Âmbar. É bem como me sinto: cheio de luzes, todo aceso. Cheio de pontinhos, cheio de marcas. Todo plugado, como um morro iluminado.
Tá tudo aceso em mim
Tá tudo assim, tão claro
Tá tudo brilhando em mim
Tudo ligado
Como se eu fosse um morro... iluminado
Cada casa com sua luz, cada parte do meu corpo com sua energia. Cada cantinho meu querendo berrar um amor, ou uma dor. Querendo demonstrar tudo aquilo que o preenche. Mesmo sendo diferente, mesmo não sendo complementar. Querendo se difundir.
Por um âmbar elétrico
Que vazasse nos prédios
E banhasse a lagoa até São Conrado
E ganhasse as canoas
Numa luz não muito forte, não muito quente. Que fosse suficiente. Que pudesse ser toda e completamente. Pra preencher o vazio das ruas, e do outro. Aonde quer que fosse.
Aqui do outro lado
Tudo plugado
Tudo me ardendo
Tá tudo queimando em mim
Me consumindo, me torturando. Me enchendo de questionamentos. Me enchendo de dúvidas e tristezas. Jogando na minha cara minha própria fraqueza. Explodindo.
Como salva de fogos
Desde que sim, eu vim
morar nos teus olhos
Me vendo ali. Sem saber o que fazer, sem saber o que mais dizer.
Tá tudo aceso em mim
Tá tudo assim, tão claro
Tá tudo brilhando em mim
Tudo ligado
Como se eu fosse um morro... iluminado
Cada casa com sua luz, cada parte do meu corpo com sua energia. Cada cantinho meu querendo berrar um amor, ou uma dor. Querendo demonstrar tudo aquilo que o preenche. Mesmo sendo diferente, mesmo não sendo complementar. Querendo se difundir.
Por um âmbar elétrico
Que vazasse nos prédios
E banhasse a lagoa até São Conrado
E ganhasse as canoas
Numa luz não muito forte, não muito quente. Que fosse suficiente. Que pudesse ser toda e completamente. Pra preencher o vazio das ruas, e do outro. Aonde quer que fosse.
Aqui do outro lado
Tudo plugado
Tudo me ardendo
Tá tudo queimando em mim
Me consumindo, me torturando. Me enchendo de questionamentos. Me enchendo de dúvidas e tristezas. Jogando na minha cara minha própria fraqueza. Explodindo.
Como salva de fogos
Desde que sim, eu vim
morar nos teus olhos
Me vendo ali. Sem saber o que fazer, sem saber o que mais dizer.
domingo, 20 de dezembro de 2009
Expectativa
Isso de esperar nota é algo deveras angustiante. Por mais que saiba que não adianta fazer nada, só de pensar que o resultado de uma avaliação pode mudar o resto da minha semana já basta para que eu fique aqui me consumindo, aflito.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Curto circuito
Pois é. E assim foi. Passei em eletricidade - nem acredito - depois de tanto custo. E o que restou? Nada. Não sinto nada. Não fiquei feliz, não fiquei aliviado, não fiquei satisfeito, não fiquei nada. Que bosta.
Também pudera, como se não bastasse todo o stress que pode ser uma semana completamente cheia de provas, peguei uma virose (sim, vê se pode) e fiquei mal. Muito mal. EM PLENA SEMANA DE PROVAS. Me contorcendo de dor, perdendo todo o líquido possível do meu corpo e ardendo em febre EM PLENA SEMANA DE PROVAS. Não podia ser melhor. Bom, minhas olheiras falam por mim.
Menos mal que passou e, veja bem, já tô até aqui. Pensando em tudo que foi e em tudo que ainda pode acontecer nesse restinho de ano.
Até já defini uma coisa. Dentre as metas pra 2010, uma das primeiras é: deixar de ser trouxa. De ficar fazendo trabalhinhos pros outros e de cuidar mais do que é meu e só meu. Essa coisa de ficar dando enche. Tenho andado cansado, desgastado. Precisando de umas férias mesmo.
De fato, o acontece é que cada vez tenho menos paciência com pessoas que não sabem retribuir e / ou agradecer alguma coisa e cada vez me encanto mais com pessoas que fazem isso com extrema delicadeza e sensibilidade. Ainda bem que essas pessoas existem.
Ainda bem.
+
Enquanto isso, na capital, continua aquele clima estressante de final de ano, com as pessoas querendo fazer TUDO em menos tempo. E querendo se ver. E querendo se reunir. E querendo se reencontrar e querendo comemorar sabe-se lá o quê. Tô ouvindo até fogos agora. 18 de Dezembro. É o dia do quê? Dos loucos? Não era ontem? Ah, deve ser a oficina mecânica de esquina fazendo a festinha de encerramento...
Também pudera, como se não bastasse todo o stress que pode ser uma semana completamente cheia de provas, peguei uma virose (sim, vê se pode) e fiquei mal. Muito mal. EM PLENA SEMANA DE PROVAS. Me contorcendo de dor, perdendo todo o líquido possível do meu corpo e ardendo em febre EM PLENA SEMANA DE PROVAS. Não podia ser melhor. Bom, minhas olheiras falam por mim.
Menos mal que passou e, veja bem, já tô até aqui. Pensando em tudo que foi e em tudo que ainda pode acontecer nesse restinho de ano.
Até já defini uma coisa. Dentre as metas pra 2010, uma das primeiras é: deixar de ser trouxa. De ficar fazendo trabalhinhos pros outros e de cuidar mais do que é meu e só meu. Essa coisa de ficar dando enche. Tenho andado cansado, desgastado. Precisando de umas férias mesmo.
De fato, o acontece é que cada vez tenho menos paciência com pessoas que não sabem retribuir e / ou agradecer alguma coisa e cada vez me encanto mais com pessoas que fazem isso com extrema delicadeza e sensibilidade. Ainda bem que essas pessoas existem.
Ainda bem.
+
Enquanto isso, na capital, continua aquele clima estressante de final de ano, com as pessoas querendo fazer TUDO em menos tempo. E querendo se ver. E querendo se reunir. E querendo se reencontrar e querendo comemorar sabe-se lá o quê. Tô ouvindo até fogos agora. 18 de Dezembro. É o dia do quê? Dos loucos? Não era ontem? Ah, deve ser a oficina mecânica de esquina fazendo a festinha de encerramento...
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
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