o que mais passava pela tua cabeça quando escreveste isso?
"Há três coisas para as quais eu nasci e para as quais eu dou minha vida. Nasci para amar os outros, nasci para escrever, e nasci para criar meus filhos. O 'amar os outros' é tão vasto que inclui até perdão para mim mesma, com o que sobra. As três coisas são tão importantes que minha vida é curta para tanto. Tenho que me apressar, o tempo urge. Não posso perder um minuto do tempo que faz minha vida. Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca [...]"
Fazia tempo que não lia algo tão bonito. A destreza com que lidas com a sutileza e a imensidão do amar - tão necessário e tão impossível de viver sem - me faz ler e reler esse trecho para me convencer de que, definitivamente, não há nada mais que nos salve que não seja o amor.
Como se já não fosse muito, somaste ao amor o escrever e o criar os filhos - explodi. Talvez não exista nada mesmo que me entregue mais do que aquilo que escrevo, assim como meu amor aos outros e, imagino, aquele que um dia sentirei por um filho meu. Espero, de coração, que minha vida seja suficientemente longa para que eu chegue a essa plenitude: um grande amor e um filho talvez seja tudo (e somente) o que eu precise para escrever.
sábado, 17 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
Flutuando no Porto
E não é que a alegria do meu domingo foi que saiu um dia liiiiiiiindo na capital e eu pude - depois de meses - sair com meus fones por aí sem rumo certo cantarolando as mais belas canções da música popular brasileira?
Tava daqueles dias de céu azul azul, sem nenhuma nuvem, que dá vontade de deitar no gramado e ficar ali, parado, olhando para cima, contemplando todo o azul desse mundo e pensando como a vida parece tão melhor em dias de tempo bom e pouco trânsito nas ruas, sabe?
Não que tenha acontecido alguma coisa muito boa, ou algo parecido, muito pelo contrário: não aconteceu nada... Só saiu um dia bonito mesmo, desses que mexem comigo e me fazem bem. Se agora me sinto melhor, mais disposto, mais feliz quem sabe, isso hoje se deve também à São Pedro. Thanks, God.
Foi daqueles dias que gostaria que todos aqueles que gosto estivessem comigo, aproveitando o que de bom essa vida tem pra dar pra gente, e o quanto isso nos faz mais feliz. Foi daqueles dias que queria apresentar meu Porto à quem não conhece, pra que admirassem o azul do meu céu e o verde das minhas árvores, e sentissem um pouquinho daquilo que eu senti. Vi até uma borboleta amarela voando comigo em plena 24 de Outubro :)))
Pra terminar, fica a música bonitinha que embalou esse post de happy - sunday (!).
"let's get rich and buy our parents house in the south of france, let's get rich and give everybody nice sweaters, and teach then how to dance! let's get rich and build a house on a mountain making everybody look like ants, from way up there, you and i, you and i..."
não custa nada sonhar, né?
Tava daqueles dias de céu azul azul, sem nenhuma nuvem, que dá vontade de deitar no gramado e ficar ali, parado, olhando para cima, contemplando todo o azul desse mundo e pensando como a vida parece tão melhor em dias de tempo bom e pouco trânsito nas ruas, sabe?
Não que tenha acontecido alguma coisa muito boa, ou algo parecido, muito pelo contrário: não aconteceu nada... Só saiu um dia bonito mesmo, desses que mexem comigo e me fazem bem. Se agora me sinto melhor, mais disposto, mais feliz quem sabe, isso hoje se deve também à São Pedro. Thanks, God.
Foi daqueles dias que gostaria que todos aqueles que gosto estivessem comigo, aproveitando o que de bom essa vida tem pra dar pra gente, e o quanto isso nos faz mais feliz. Foi daqueles dias que queria apresentar meu Porto à quem não conhece, pra que admirassem o azul do meu céu e o verde das minhas árvores, e sentissem um pouquinho daquilo que eu senti. Vi até uma borboleta amarela voando comigo em plena 24 de Outubro :)))
Pra terminar, fica a música bonitinha que embalou esse post de happy - sunday (!).
"let's get rich and buy our parents house in the south of france, let's get rich and give everybody nice sweaters, and teach then how to dance! let's get rich and build a house on a mountain making everybody look like ants, from way up there, you and i, you and i..."
não custa nada sonhar, né?
sábado, 10 de abril de 2010
Gentileza
Juro que não sei porque isso acontece, mas a impressão que tenho é que cada vez fico mais chateado com a grosseria, a falta de educação e a falta de palavra das pessoas. Sinto como se tivesse regredindo mesmo, como se, ao invés de ficar mais duro e mais preparado pra esse tipo de situação, eu estivesse cada vez mais sensível.
Não sei se é a fase, ou sei lá o que, mas volta e meia acontece de me envergonhar por isso. Me envergonho por esperar que as pessoas sejam educadas, sinceras, que falem a verdade, quando isso deveria ser o mínimo que uma pessoa deveria fazer. Veja bem, me envergonho por depositar esperança, me envergonho por acreditar que as pessoas sejam melhores do que elas realmente são. Me sinto bobinho.
Fora isso, sou daqueles que fica sem reação com alguma resposta ou atitude inesperada. Frequentemente fico boquiaberto, sem saber o que fazer, sem saber o que dizer, de olhos arregalados, quase assustado, chateado mesmo. Não sei bem porque... talvez pela minha educação, talvez pelo meu jeito comportado, sei lá, não sei mesmo.
Há quem diga que não dá pra ser legal com as pessoas, que elas abusam de ti (me lembrei do filme Dogville, de Lars Von Trier, agora), e até pode ser mesmo - acho que acontece com frequência, inclusive comigo. Mas será que a única saída é colocar as garras pra fora, arranhar de volta, ser agresssivo com o mundo? Vejo muita gente assim.
Talvez seja mais uma das minhas bobagens mas, como diz um texto da multifuncional Elisa Lucinda: "... então agora vou sacanear: mais honesto ainda vou ficar. Só de sacanagem". Bem isso. Quer vir com grosseria, falta de respeito, falta de educação, mentiras? Ok. Pode ter certeza que a minha resposta não há de ser pela lei de Talião. Se tô errado, sinceramente, não sei. Um dia eu descubro.
Não sei se é a fase, ou sei lá o que, mas volta e meia acontece de me envergonhar por isso. Me envergonho por esperar que as pessoas sejam educadas, sinceras, que falem a verdade, quando isso deveria ser o mínimo que uma pessoa deveria fazer. Veja bem, me envergonho por depositar esperança, me envergonho por acreditar que as pessoas sejam melhores do que elas realmente são. Me sinto bobinho.
Fora isso, sou daqueles que fica sem reação com alguma resposta ou atitude inesperada. Frequentemente fico boquiaberto, sem saber o que fazer, sem saber o que dizer, de olhos arregalados, quase assustado, chateado mesmo. Não sei bem porque... talvez pela minha educação, talvez pelo meu jeito comportado, sei lá, não sei mesmo.
Há quem diga que não dá pra ser legal com as pessoas, que elas abusam de ti (me lembrei do filme Dogville, de Lars Von Trier, agora), e até pode ser mesmo - acho que acontece com frequência, inclusive comigo. Mas será que a única saída é colocar as garras pra fora, arranhar de volta, ser agresssivo com o mundo? Vejo muita gente assim.
Talvez seja mais uma das minhas bobagens mas, como diz um texto da multifuncional Elisa Lucinda: "... então agora vou sacanear: mais honesto ainda vou ficar. Só de sacanagem". Bem isso. Quer vir com grosseria, falta de respeito, falta de educação, mentiras? Ok. Pode ter certeza que a minha resposta não há de ser pela lei de Talião. Se tô errado, sinceramente, não sei. Um dia eu descubro.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Dos infortúnuos da vida
Agora pra ti ver, como se já não bastasse toda a maré de desventuras dessa semana, hoje recebi o resultado de um teste que fiz na semana passada. Valia 10. A minha nota? Dois. Pode? Na engenharia pode.
Única coisa que consola é que a média da turma foi 2,3 (e eu achava que o pior já tinha passado...).
+
Já minha passagem pela delegacia continua sem solução. Espero sinceramente que as coisas se resolvam e eu não precise ir pra justiça. Enfim, sair da 1ª DP com uma ocorrência de estelionato nas mãos não é das melhores sensações. Eu não precisava disso.
+
Fico chateado com algumas coisas que acontecem, mas também não vou me queixar muito. Porque né, tem gente muito mais fodida na vida.
+
Quanto a mim, tudo bem até. Volta e meia fico meio assim, mas passa e volto ao meu estado normal. Com a sensação de que cada vez vejo tudo um pouco mais claro e que, com o tempo, as coisas hão de se ajeitar e eu possa, assim, aproveitar o que essa vida tem pra me oferecer. Aiai, sonho meu.
Única coisa que consola é que a média da turma foi 2,3 (e eu achava que o pior já tinha passado...).
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Já minha passagem pela delegacia continua sem solução. Espero sinceramente que as coisas se resolvam e eu não precise ir pra justiça. Enfim, sair da 1ª DP com uma ocorrência de estelionato nas mãos não é das melhores sensações. Eu não precisava disso.
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Fico chateado com algumas coisas que acontecem, mas também não vou me queixar muito. Porque né, tem gente muito mais fodida na vida.
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Quanto a mim, tudo bem até. Volta e meia fico meio assim, mas passa e volto ao meu estado normal. Com a sensação de que cada vez vejo tudo um pouco mais claro e que, com o tempo, as coisas hão de se ajeitar e eu possa, assim, aproveitar o que essa vida tem pra me oferecer. Aiai, sonho meu.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
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