sexta-feira, 5 de julho de 2013

Aprendi com a vida

Não adianta ficar pensando muito...

quarta-feira, 3 de julho de 2013

(vapor (barato) total)

Barato total fez total sentido em meio a essa onda de manifestações que correu o nosso Brasil varonil nessas últimas semanas. Curioso foi que não participei dos atos, mal emiti opiniões e pouco entendi a respeito do que, de fato, aconteceu. Até hoje me questiono se pode alguém ou algum partido político ter usado o nosso povo sedento por uma vida mais digna como "massa de manobra" como espalharam por aí. Será? Pouco sei mesmo. Pra piorar, ainda me pergunto com certa frequência: a quem será que serviu tudo isso? Quem efetivamente saiu ganhando?

Tudo muito complicado. Difícil falar em política... Mas enfim, seja como for, o que ouvi nesses dias que me chapou, mais do que qualquer teoria conspiratória, foi a Gal cantando: "quando a gente tá contente, tanto faz o quente, tanto faz o frio, tanto faz que eu me esqueça do meu compromisso com isso ou aquilo que aconteceu dez minutos atrás". Não é o máximo!? Pois, se já não bastasse por si só, é um pouco do que tenho experimentado nessa vida.

Não que me sinta plenamente realizado, ou absolutamente feliz, ou sentimentalmente inabalável, ou sexualmente imbatível. O que acontece, acho, é que tenho feito tanta-tanta coisa que meu cansaço me leva a rir de mim mesmo, da minha sorte e, também, da minha desgraça. E aí, o que salva é que tenho feito coisas bacanas, que me distraem e me levam a pensar que, de fato, "tudo que você disser deve fazer bem, nada que você comer deve fazer mal". Pra completar, nunca estive tão antenado ao meu corpo e aos sinais que ele me dá. E isso me dá uma leveza que sei lá...

Viver não é pra ser um problema, né?

Que tal sentar no cordão da calçada e ficar listando as maravilhas da vida até de manhã?


sábado, 29 de junho de 2013

De dentro

Sabe, não sei explicar isso que me prende. E que também é isso de que fujo, desconverso, desvio o olhar, procuro não pensar, tento esquecer. Isso que me faz diferente, e também melhor, e também pior. Isso que me faz ser quem sou. Isso que me impede de ser quem não sou. Isso que me faz lembrar. Isso que não me deixa esquecer. Isso que me faz querer, acreditar. Isso que me faz ter fé. Isso que o tempo não cura. Isso que me deixa com o coração na mão, sensibilizado. Isso que sinto quando percebo que o tempo está passando, sem dó.

E gira em volta de mim. Sussurra que apago os caminhos e que amores terminam no escuro, sozinhos.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Interrompido

Gosto dessa história de escrever por aqui. Não sei explicar bem o porquê, mas acho que é porque me faz pensar melhor as coisas da vida.

Hoje mesmo, tava pensando em alguma coisa qualquer, quando apareceu uma teoria que achei que renderia um post. Lembro ter pensando também, logo em seguida: "hoje posso escrever sobre isso, é segunda, e segundas à noite geralmente consigo escrever e pensar um pouco (!)".

Pois bem, esqueci. Esqueci o tema, esqueci a ideia, esqueci o que me motivou também. Não sei bem o que aconteceu, mas acho que me distraí. Na certa foi alguma antena. Dessas que captam nossa atenção e nos levam a estações inesperadas. E assim não desenvolvi nem mentalmente aquilo que parecia tão óbvio ululante. Uma pena, enrolei as ideias.

Só sei que i'm alive and vivo, muito vivo, vivo, vivo...

"É muita antena e pouca gente antenada". Já disse por aqui?

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Viver

Até que ponto uma realização sua te deixa mais distante de sua próxima realização?
Até que ponto a satisfação de um desejo seu atrapalha seus próximos dias?
Até que ponto a não realização de um desejo te deixa mais frustrado?
Até que ponto o conformismo não te fere?
Até que ponto o conformismo te fere?
Até que ponto você consegue lidar com as escolhas que faz?
Até que ponto você consegue lidar com aquilo que você não escolhe?
Até que ponto vai o seu sofrimento? A sua dor? O seu desejo? A sua frustração? O seu amor? A sua tristeza?
Até que ponto você se aguenta? Se perdoa? Se condena?
Até que ponto você condena os outros?
Até que ponto você está certo?
Até que ponto você está errado?

Sabes?

terça-feira, 21 de maio de 2013

Turn to water

Cuidei de você. Como cuidaria de um pássaro com uma asa quebrada. Cuidei com cuidado, com carinho, com afeto. Cuidei pra que cicatrizasse o que estava ali te machucando. Cuidei pra que você ficasse bem. Cuidei pra que você voltasse a ter forças. Cuidei pra que você voltasse a enxergar o que há de belo por aí. Cuidei pra que você voltasse a acreditar em você. E, após todos os nossos momentos, sabe o que aconteceu? Morri de orgulho quando percebi que você conseguiu, que você ficou forte, que você venceu tudo aquilo que estava ali te machucando, que seu olhar voltou a brilhar. Me comovi ao perceber que você cresceu, amadureceu, recuperou as forças, voltou a ter fé na vida e, então, me agradeceu com o abraço mais quente e sincero que já senti. Você me fez sentir realizado. E então você partiu.

Você cuidou de mim. Como quem cuida de um pássaro com uma asa quebrada. Cuidou com cuidado, com carinho, com afeto. Cuidou pra que cicatrizasse o que estava aqui me machucando. Cuidou pra que eu ficasse bem. Cuidou pra que eu voltasse a ter forças. Cuidou pra que eu voltasse a enxergar o que há de belo por aí. Cuidou pra que eu voltasse a acreditar em mim. E, após todos os nossos momentos, sabe o que aconteceu? Você morreu de orgulho quando percebeu que eu consegui, que eu fiquei forte, que eu venci tudo aquilo que estava aqui me machucando, que meu olhar voltou a brilhar. Comovi você te fazendo perceber que cresci, amadureci, recuperei as forças, voltei a ter fé na vida e, então, agradeci com o abraço mais quente e sincero que pudia dar. Fiz você sentir a realização. E então fiquei aqui, sentindo a sua ausência...

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Fico na dúvida

Será que sou uma pessoa horrível?

Ou será que só não sei lidar com o que os outros dizem e fazem?

Seja qual for a resposta, tem dias que me sinto praticamente um projeto de monstro...